Seis meses depois, me deparo com meu último post... Com saudades, lembro dos três rapazes que mencionei. O primeiro foi para a Irlanda. O segundo, perdi contato quando resolveu tentar voltar com a ex. E o terceiro, voltou a conversar comigo há uma semana! Não fiquei com nenhum deles...
Quanta água rolou por debaixo dessa ponte!!! Já estou fazendo terapia com um novo psicólogo! Isso porque tive uma crise emocional... Me apaixonei pelo homem mais incrível com quem já saí! Começamos como um affair leve, sem expectativas, cheio de aventura... com tantas afinidades, gostos em comum, uma disposição mútua em curtir um ao outro como se não houvesse amanhã!!! Acabei accidentally in love <3! Ao identificar aquele desespero de quem não quer dividir o gatinho com mais ninguém, abri o jogo e ele disse que não sentia o mesmo ='( Então eu preferi que não nos víssemos mais e ele aceitou para não me magoar. Em um curtíssimo espaço de tempo, conheci e afastei de mim um homem ma-ra-vi-lho-so com quem saí por dois finais-de-semana! Duas semanas depois, estávamos novamente, Shrek e eu, na Mata Atlântica, como bons amigos que se beijam como se não houvesse amanhã! Ele é meu vício... Estamos nos vendo novamente! E agora eu tenho a terapia para controlar meus impulsos.
sábado, 13 de dezembro de 2014
terça-feira, 3 de junho de 2014
Escrever clareia a mente
Há quem diga que escrever clareia a mente. Que expressar o que se sente é a melhor forma de se analisar a situação. E hoje sinto que preciso por pra fora algumas ideias que se encontram confusas dentro de mim.
Só pra variar, a dúvida envolve três pessoas que conheci no Tinder®.
Um deles é divertido, tem um senso de humor muito parecido com o meu, trocamos piadas de internet todos os dias, conversamos com muita facilidade sobre qualquer assunto, ele me respeita, se mostra responsável, educado, bem resolvido, determinado a me conhecer e ser alguém especial na minha vida. Ele é lindo, se dá bem com a família, adora gatos, tem potencial! Entretanto, mora em outra cidade e não ando muito disposta a grandes sacrifícios em nome do amor.
O outro foi uma coincidência atrás da outra durante o processo de nos conhecermos e, inicialmente, fiquei muito empolgada, embora ele não tenha dado nenhuma importância para mim. No entanto, à medida que eu percebi que ele havia saído recentemente de um relacionamento, me afastei porque achei que ele não estaria no clima para conhecer ninguém. E algumas semanas depois, eis que surge o lindinho cheio de amor para dar, em todos os sentidos da palavra! Pessoinha fogosa, cheia de segundas intenções, ao mesmo tempo se declara romântico, família e, de certa forma, segue a mesma religião que a minha. Não consigo acreditar que tudo isso seja comigo, afinal, não só é muita areia para o meu caminhãozinho, como ele está muito fácil. O mais provável é que ele só queira curtir um pouco enquanto cicatriza suas feridas. E eu até estaria disposta a essa diversão se não tivesse outras propostas mais concretas. Detalhe que ele é mais novo que eu.
Por fim, há esse homem doce, discreto, que por algum motivo me admira e temos 90% de afinidades segundo cálculos do aplicativo OkCupid®. Ele é bonito, embora eu não ache orientais atraentes. Coleciona uma série de atributos admiráveis em um homem. Me faz sentir especial de uma forma segura, respeitosa, carinhosa.
Todos eles são perfeitos, cada um à sua maneira! E, novamente, me encontro dividida entre três homens maravilhosos. Não há como saber qual seria a melhor escolha.
Apesar de tudo, sou uma mulher de sorte por ter atraído pessoas tão incríveis...
Só pra variar, a dúvida envolve três pessoas que conheci no Tinder®.
Um deles é divertido, tem um senso de humor muito parecido com o meu, trocamos piadas de internet todos os dias, conversamos com muita facilidade sobre qualquer assunto, ele me respeita, se mostra responsável, educado, bem resolvido, determinado a me conhecer e ser alguém especial na minha vida. Ele é lindo, se dá bem com a família, adora gatos, tem potencial! Entretanto, mora em outra cidade e não ando muito disposta a grandes sacrifícios em nome do amor.
O outro foi uma coincidência atrás da outra durante o processo de nos conhecermos e, inicialmente, fiquei muito empolgada, embora ele não tenha dado nenhuma importância para mim. No entanto, à medida que eu percebi que ele havia saído recentemente de um relacionamento, me afastei porque achei que ele não estaria no clima para conhecer ninguém. E algumas semanas depois, eis que surge o lindinho cheio de amor para dar, em todos os sentidos da palavra! Pessoinha fogosa, cheia de segundas intenções, ao mesmo tempo se declara romântico, família e, de certa forma, segue a mesma religião que a minha. Não consigo acreditar que tudo isso seja comigo, afinal, não só é muita areia para o meu caminhãozinho, como ele está muito fácil. O mais provável é que ele só queira curtir um pouco enquanto cicatriza suas feridas. E eu até estaria disposta a essa diversão se não tivesse outras propostas mais concretas. Detalhe que ele é mais novo que eu.
Por fim, há esse homem doce, discreto, que por algum motivo me admira e temos 90% de afinidades segundo cálculos do aplicativo OkCupid®. Ele é bonito, embora eu não ache orientais atraentes. Coleciona uma série de atributos admiráveis em um homem. Me faz sentir especial de uma forma segura, respeitosa, carinhosa.
Todos eles são perfeitos, cada um à sua maneira! E, novamente, me encontro dividida entre três homens maravilhosos. Não há como saber qual seria a melhor escolha.
Apesar de tudo, sou uma mulher de sorte por ter atraído pessoas tão incríveis...
quinta-feira, 24 de abril de 2014
Seja você mesma no primeiro encontro
Seja você mesma no primeiro encontro pois se der tudo certo, uma hora ele vai te conhecer!!! Em contrapartida, já pensou que ele pode nem gostar da sua versão fofa do primeiro encontro?
Pois tenho uma história verídica para contar...
Após uma sequência de encontros que resultaram em amizades, um certo rapaz apareceu cheio de intenções! Tínhamos uma filosofia de vida em comum, o que nos fez parecer "feitos um para o outro". Também estávamos ansiosos por encontrar o amor, o que nos fez pensar que estávamos "na hora certa e no lugar certo"! Ele disse coisas como "Sabe quando te dizem 'Te amo como se fosse um irmão'? Não quero ser um irmão para você!" e "Meu sonho é casar com a melhor esposa do mundo e ter três filhos", o que me deixou na maior expectativa!!! Tudo bem que eu só queria um filho, mas quando a gente está vulnerável, detalhezinhos como dois filhos a mais passam batido em relação ao "fomos feitos um para o outro"! Visualizei o meu futuro com aquele homem perfeito que surgiu no momento certo na minha vida! Mas havia um porém... De todos os encontros frustrados que eu tive, alguns eu que não quis, mas os outros que eu quis não gostaram de mim no primeiro encontro por algum motivo oculto e eu tinha que ser perfeita no próximo primeiro encontro!!! Foi aí que minha amiga disse que sou muito espontânea, digo coisas que os assustam, minha vida é um livro tão aberto que eles se sentem intimidados e que eu deveria me conter para não assustar aquele rapaz. Era o projeto "Seja fofa". Claro que eu já havia feito piadas infames, comentado sobre pessoas em comum e sido eu mesma antes, seja por telefone ou pela internet... Para reverter esse panorama, fui ao primeiro encontro com o homem dos meus sonhos toda blindada! Só que aquele dia foi um pesadelo, o local em que marcamos de nos encontrar parecia tomado por um rolezinho, cheio de adolescentes mal educados, o que nos deixou desconfortáveis, e eu fiquei com aquela ideia "seja fofa" martelando na minha cabeça... Algumas ideias, assuntos, piadas vinham à mente e eu os freava antes que saíssem pela boca! E assim passamos horas agradáveis para mim, mas entediantes para ele... No final do encontro, ele não me beijou... Ficou indiferente a mim nos dias que se seguiram... E foi nessa história que eu chorei o dia seguinte, desconsolada, porque o homem da minha vida me rejeitou! Em outra ocasião, ele esclareceu que não se sentiu à vontade comigo naquele dia, que havia momentos em que ficava um vazio e ele se preocupava em caçar assunto para quebrar o gelo, que ele percebeu que não tínhamos tanta afinidade e que por isso ele não quis ficar comigo... E assim acabou a história de amor mais breve do Tinder®!
Moral da história: quando tentamos ser alguém que achamos que vai agradar e deixamos de ser nós mesmas, ficamos com a dúvida eterna de "Será que ele teria gostado do meu eu verdadeiro?"
Para os homens: não digam coisas que nos façam criar expectativas, pois nós já o fazemos naturalmente e isso só nos deixa mais confusas! Dizer "Não quero ser como um irmão pra você" também os faz parecer carentes, por isso não estranhem se alguém lhes indicar a leitura de "Enquanto o amor não vem".
Quando tive a oportunidade de sair novamente com alguém, fui eu mesma e ele gostou! Ahá!
Pois tenho uma história verídica para contar...
Após uma sequência de encontros que resultaram em amizades, um certo rapaz apareceu cheio de intenções! Tínhamos uma filosofia de vida em comum, o que nos fez parecer "feitos um para o outro". Também estávamos ansiosos por encontrar o amor, o que nos fez pensar que estávamos "na hora certa e no lugar certo"! Ele disse coisas como "Sabe quando te dizem 'Te amo como se fosse um irmão'? Não quero ser um irmão para você!" e "Meu sonho é casar com a melhor esposa do mundo e ter três filhos", o que me deixou na maior expectativa!!! Tudo bem que eu só queria um filho, mas quando a gente está vulnerável, detalhezinhos como dois filhos a mais passam batido em relação ao "fomos feitos um para o outro"! Visualizei o meu futuro com aquele homem perfeito que surgiu no momento certo na minha vida! Mas havia um porém... De todos os encontros frustrados que eu tive, alguns eu que não quis, mas os outros que eu quis não gostaram de mim no primeiro encontro por algum motivo oculto e eu tinha que ser perfeita no próximo primeiro encontro!!! Foi aí que minha amiga disse que sou muito espontânea, digo coisas que os assustam, minha vida é um livro tão aberto que eles se sentem intimidados e que eu deveria me conter para não assustar aquele rapaz. Era o projeto "Seja fofa". Claro que eu já havia feito piadas infames, comentado sobre pessoas em comum e sido eu mesma antes, seja por telefone ou pela internet... Para reverter esse panorama, fui ao primeiro encontro com o homem dos meus sonhos toda blindada! Só que aquele dia foi um pesadelo, o local em que marcamos de nos encontrar parecia tomado por um rolezinho, cheio de adolescentes mal educados, o que nos deixou desconfortáveis, e eu fiquei com aquela ideia "seja fofa" martelando na minha cabeça... Algumas ideias, assuntos, piadas vinham à mente e eu os freava antes que saíssem pela boca! E assim passamos horas agradáveis para mim, mas entediantes para ele... No final do encontro, ele não me beijou... Ficou indiferente a mim nos dias que se seguiram... E foi nessa história que eu chorei o dia seguinte, desconsolada, porque o homem da minha vida me rejeitou! Em outra ocasião, ele esclareceu que não se sentiu à vontade comigo naquele dia, que havia momentos em que ficava um vazio e ele se preocupava em caçar assunto para quebrar o gelo, que ele percebeu que não tínhamos tanta afinidade e que por isso ele não quis ficar comigo... E assim acabou a história de amor mais breve do Tinder®!
Moral da história: quando tentamos ser alguém que achamos que vai agradar e deixamos de ser nós mesmas, ficamos com a dúvida eterna de "Será que ele teria gostado do meu eu verdadeiro?"
Para os homens: não digam coisas que nos façam criar expectativas, pois nós já o fazemos naturalmente e isso só nos deixa mais confusas! Dizer "Não quero ser como um irmão pra você" também os faz parecer carentes, por isso não estranhem se alguém lhes indicar a leitura de "Enquanto o amor não vem".
Quando tive a oportunidade de sair novamente com alguém, fui eu mesma e ele gostou! Ahá!
terça-feira, 22 de abril de 2014
Período de reflexão
Todos precisam de um período de reflexão de vez em quando.
Instintivamente, acabei desacelerando o ritmo alucinado em que estava! Passei por alguns meses de coleta de informações e agora estou fazendo a triagem. Em outras palavras, passei quatro meses no Tinder® e agora resolvi selecionar quem vai ficar na vida real!
Cansei do ritual "Oi, tudo bem, você vem sempre aqui?" e do padrão "O que faz e o que gosta de fazer?". Quero ver, tocar, sentir!
Muito criteriosamente, analiso quem demonstra fazer questão de estar perto, deixando de lado quem "simplesmente não está tão afim de mim". Como geminiana com ascendente em Aquário, sou uma pessoa racional com dificuldades em lidar com as emoções, não é à toa que meus relacionamentos sempre me causaram tanta angústia!
Mas resolvi que não preciso disso. Chega de cismar com alguém e persegui-lo! Por que eu faço isso? Minha amiga sempre diz "Deixa fluir..." mas como o que eu quero não flui na velocidade alucinante com que eu desejo, eu dou uma remadinha pra alcançar logo! Sou dinâmica mas "escolho" sempre os estáticos. Ironicamente, os dinâmicos não me atraem e então eu fujo deles!
Será que, no fundo, eu não quero me envolver e por isso elevo o padrão a um patamar inatingível? É possível, dado o momento de liberdade de ação e pensamento em que me encontro, dado o grau de maturidade que estou desenvolvendo em relação às minhas escolhas profissionais e às conquistas no âmbito pessoal! Tenho a sensação de que não trilhei esse caminho antes em detrimento de um relacionamento que me amarrava e, de repente, me envolver com alguém representaria tomar decisões pelos dois, abrir mão de planos para não me afastar dessa pessoa, mudar os objetivos de médio prazo e minar o meu futuro. Tudo que me sinto capaz de fazer hoje tomaria outro rumo e eu me perderia de mim novamente! Hoje me vejo pelo ponto de vista das pessoas que admiro e elas vêm um potencial em mim! Por isso, só caberia em minha vida hoje alguém com os mesmos padrões de perspectiva pro futuro, que veja esse mesmo potencial em mim e faça parte dessa realidade, para que juntos possamos trilhar o caminho que desejo, sem frustração.
É, tinder boys... A casa caiu pra vocês!
Instintivamente, acabei desacelerando o ritmo alucinado em que estava! Passei por alguns meses de coleta de informações e agora estou fazendo a triagem. Em outras palavras, passei quatro meses no Tinder® e agora resolvi selecionar quem vai ficar na vida real!
Cansei do ritual "Oi, tudo bem, você vem sempre aqui?" e do padrão "O que faz e o que gosta de fazer?". Quero ver, tocar, sentir!
Muito criteriosamente, analiso quem demonstra fazer questão de estar perto, deixando de lado quem "simplesmente não está tão afim de mim". Como geminiana com ascendente em Aquário, sou uma pessoa racional com dificuldades em lidar com as emoções, não é à toa que meus relacionamentos sempre me causaram tanta angústia!
Mas resolvi que não preciso disso. Chega de cismar com alguém e persegui-lo! Por que eu faço isso? Minha amiga sempre diz "Deixa fluir..." mas como o que eu quero não flui na velocidade alucinante com que eu desejo, eu dou uma remadinha pra alcançar logo! Sou dinâmica mas "escolho" sempre os estáticos. Ironicamente, os dinâmicos não me atraem e então eu fujo deles!
Será que, no fundo, eu não quero me envolver e por isso elevo o padrão a um patamar inatingível? É possível, dado o momento de liberdade de ação e pensamento em que me encontro, dado o grau de maturidade que estou desenvolvendo em relação às minhas escolhas profissionais e às conquistas no âmbito pessoal! Tenho a sensação de que não trilhei esse caminho antes em detrimento de um relacionamento que me amarrava e, de repente, me envolver com alguém representaria tomar decisões pelos dois, abrir mão de planos para não me afastar dessa pessoa, mudar os objetivos de médio prazo e minar o meu futuro. Tudo que me sinto capaz de fazer hoje tomaria outro rumo e eu me perderia de mim novamente! Hoje me vejo pelo ponto de vista das pessoas que admiro e elas vêm um potencial em mim! Por isso, só caberia em minha vida hoje alguém com os mesmos padrões de perspectiva pro futuro, que veja esse mesmo potencial em mim e faça parte dessa realidade, para que juntos possamos trilhar o caminho que desejo, sem frustração.
É, tinder boys... A casa caiu pra vocês!
sexta-feira, 18 de abril de 2014
Não perca de vista o que realmente importa
Passamos a vida esperando o amor chegar porque é tão bom!!! Não há nada melhor do que o amor correspondido. Me lembro da sensação... Quando a pessoa que se ama não só diz, mas faz coisas para demonstrar que você é importante para ela!
Mas na busca de algo especial, trocamos os pés pelas mãos, nos apegamos à primeira pessoa que aparece e queremos tornar aquilo eterno. Não sabemos esperar, ao invés disso queremos transformar qualquer um na pessoa certa. Se soubéssemos dizer mais "não". Se soubéssemos ser mais sinceras quando algo nos incomoda. Se seguíssemos nosso sexto sentido, quando ele grita que há algo errado com determinada pessoa!!! Lembrar dessas pequenas coisas é um exercício constante.
Por isso costumo reler outro livro muito interessante, que deveria estar na prateleira de toda mulher moderna. Se chama "He's just not that into you" ("Ele simplesmente não está afim de você", versão em português), de Greg Behrendt & Liz Tuccillo. Não é um guia machista, como pode parecer. Ele ensina mulheres a reconhecerem seu valor e dizerem "não" a homens que não fazem questão de estar com elas, as livrando de situações comuns em que se humilham em busca de um amor que nunca irão obter.
Segue um trecho deste livro, com algumas lições que considero importantes e costumo ler para reavivar a memória:
(Não sairei com um homem que não me chamou para sair primeiro.
Não sairei com um homem que me deixa esperando ao telefone.
Não namorarei um homem que não tem certeza de que quer me namorar.
Não namorarei um homem que me faz sentir sexualmente indesejável.
Não namorarei um homem que bebe ou usa drogas de um modo que me deixe desconfortável.
Não ficarei com um homem que tem medo de falar sobre o nosso futuro.
Não irei, sob nenhuma circunstância, gastar meu precioso tempo com um homem que já me rejeitou.
Não namorarei um homem casado.
Não ficarei com um homem que não seja claramente uma pessoa boa, carinhosa e amorosa.)
Mas na busca de algo especial, trocamos os pés pelas mãos, nos apegamos à primeira pessoa que aparece e queremos tornar aquilo eterno. Não sabemos esperar, ao invés disso queremos transformar qualquer um na pessoa certa. Se soubéssemos dizer mais "não". Se soubéssemos ser mais sinceras quando algo nos incomoda. Se seguíssemos nosso sexto sentido, quando ele grita que há algo errado com determinada pessoa!!! Lembrar dessas pequenas coisas é um exercício constante.
Por isso costumo reler outro livro muito interessante, que deveria estar na prateleira de toda mulher moderna. Se chama "He's just not that into you" ("Ele simplesmente não está afim de você", versão em português), de Greg Behrendt & Liz Tuccillo. Não é um guia machista, como pode parecer. Ele ensina mulheres a reconhecerem seu valor e dizerem "não" a homens que não fazem questão de estar com elas, as livrando de situações comuns em que se humilham em busca de um amor que nunca irão obter.
Segue um trecho deste livro, com algumas lições que considero importantes e costumo ler para reavivar a memória:
(Não sairei com um homem que não me chamou para sair primeiro.
Não sairei com um homem que me deixa esperando ao telefone.
Não namorarei um homem que não tem certeza de que quer me namorar.
Não namorarei um homem que me faz sentir sexualmente indesejável.
Não namorarei um homem que bebe ou usa drogas de um modo que me deixe desconfortável.
Não ficarei com um homem que tem medo de falar sobre o nosso futuro.
Não irei, sob nenhuma circunstância, gastar meu precioso tempo com um homem que já me rejeitou.
Não namorarei um homem casado.
Não ficarei com um homem que não seja claramente uma pessoa boa, carinhosa e amorosa.)
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